VOCÊ ESTÁ AQUI:
  • Farquhar desenhou Porto Velho em um guardanapo descartável
Farquhar desenhou Porto Velho em um guardanapo descartável
  • Fonte: Redação ORondoniense - Alípio Pinheiro
  • Publicada em 03/02/2018 às 14:06
São tantas as manifestações do além nos corredores e ruas do bem cultural dos portovelhenses e pelas instalações das obras neocoloniais

Oficializada em 2 de outubro de 1914, o espaço onde hoje temos Porto Velho foi edificado por pessoas atraídas pelas obras de construção da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré após idos de 1907, durante a construção da estrada de ferro. Transformou-se na Capital do Estado de Rondônia. Fica nas barrancas do rio Madeira.

O Porto Velho dos Militares continuou a ser usado por apresentar maior segurança. Percival Farqhuar, proprietário da empresa que conseguiu concluir a ferrovia em 1912, desde 1907 usava o Velho Porto dos Militares para descarregar materiais para a obra e, quando decidiu que o ponto inicial da ferrovia seria aquele, tornou-se o verdadeiro fundador da cidade que, quando foi oficializada pela Assembléia Legislativa do Amazonas, recebeu o nome Porto Velho. Hoje, Capital de Rondônia.

A cidade nasceu e cresceu das instalações ferroviárias da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, através da exploração de borracha e depois de cassiterita e de ouro. Moravam cerca de mil pessoas quando a obra da construção da estrada de ferro se concluiu, geralmente seus residentes eram funcionários da empresa construtora. Tornou-se município em 1914, quando pertencia ao Estado do Amazonas.

Bairros

Após a conclusão da obra da EFMM em 1912 e a retirada dos operários, a população local era de cerca de 1.000 almas. Então, o maior de todos os bairros era onde moravam os barbadianos, Barbados Town, construído em área de concessão da ferrovia. As moradias abrigavam principalmente trabalhadores negros, oriundos das Ilhas Britânicas do Caribe, genericamente denominados barbadianos.

Ali residiam, pois vieram com suas famílias, e nas residências construídas pela ferrovia para os trabalhadores só podiam morar solteiros. Era privilégio dos dirigentes morar com as famílias. Com o tempo, passou a abrigar moradores na quantidade de mais de duas centenas.

A força de segurança operava na área de concessão da empresa, independente da força policial do Estado do Amazonas. Porto Velho foi elevada a categoria de vila e município, pela Lei Estadual n.º 757, de 02/10/1914, desmembrada da vila de Humaitá. Sede da povoação de Porto Velho.

Constituído de distrito sede. Instalada em 24/01/1915. A divisão administrativa é referente ao ano de 1933. 

Pelo Decreto-lei n.º 5.839 de 21/09/1943, que dispôs sobre a administração dos Territórios Federais, o município de Porto Velho passou a Capital do Território. Pela mesma Lei o distrito Generoso Ponce recebeu a denominação de Jacy-Paraná. O primeiro a assumir a prefeitura de Porto Velho foi o Major Fernando Guapindaia de Souza Brejense, nomeado pelo governador do Amazonas em 1915.

 

Manifestações

Graças aos ciclos econômicos que se seguiram, o município foi se consolidando e acolhendo os migrantes que formam sua população. Para os dias atuais, assombrações nos prédios do Centro, é o que herdamos. Assustados e surpresos, alguns vigilantes e transeuntes, do turno da noite, juram já terem visto inúmeras manifestações fantasmagóricas fazendo acenos para os vivos nas ruas de Porto Velho.

Relembrar a história de nossa heróica Porto Velho é bom demais. Essas assombrações que ocorrem no que restou dos primeiros prédios do Centro, muito tem a ver com a verdadeira cidade de Porto Velho. As supostas assombrações que estariam atormentando funcionários dos antigos prédios de Porto Velho acontecem onde funcionava a vida financeira e social da nossa cidade.

São tantas as manifestações do além, nos corredores e ruas do bem cultural dos portovelhenses que, já cogitou-se a instalação de câmeras bisbilhoteiras para captar imagens das entidades que, passeiam pela madrugada, pelas instalações das obras neocoloniais, projetadas por arquitetos de renome, com acompanhamento técnico de engenheiros, como José Otino de Freitas. A construção do Centro Histórico de Porto Velho teve início na década de 1930, passou pelo governo de Joaquim de Araújo Lima, e muitas foram concluídas na década de 1950, no governo de Jesus Bulamarque Hosana. Na rua Divisória, foi construída a famosa Varanda Tropical, do edifício Porto Velho Hotel, ali se apresentou o Conjunto Bossa Nova, dos músicos Paulo Santos, Ricardo, Bainha, Cabeleira, Leônidas, João Henrique, Manga Rosa e Dinoel.

O Porto Velho Hotel foi desativado em 1969 e no ano de 1975, o governador Humberto Guedes utilizou o prédio como Palácio das Secretarias, o que descaracterizou a parte interna do hotel. Com a criação do Estado de Rondônia, o imóvel passou a ser ocupado pela Universidade Federal de Rondônia, e após a construção do seu campus passou a ser a sede da reitoria.

Prédios

José Otino de Freitas, engenheiro responsável por obras de construção dos prédios de Porto Velho, após um mês do falecimento da sua esposa, teria participado de uma sessão espírita, onde ocorria o fenômeno da comunicação entre mortos e vivos, tendo o espírito de Bezerra de Menezes, que havia sido um conhecido espírita da época, se manifestado naquela ocasião, fazendo algumas pregações e outorgando conselhos aos que participavam daquela fantástica experiência.

Depois dessa experiência, José Otino tornou-se uma pessoa altamente espiritualizada. Teriam os espíritos desses nobres edificadores voltado para inspecionar e avaliar a destinação prescrita aos bens históricos? Ou será que, acometidas de incontrolável saudosismo, as almas daqueles que curtiram os tempos áureos da cidade, nos seus sarais, bailes e boêmias produzidas, regressaram para revisitar o palco onde um dia tiveram flashes de felicidade e de grande emoção?

Se as aparições são frutos da imaginação ou do medo, não se sabe. O fato é que muitas pessoas já tiveram experiências curiosas ao passarem, a noite ou pela madrugada, pelo Centro Histórico. São lâmpadas fluorescentes do teto dos prédios que estouraram, sutis atmosferas permeiam o antigo ambiente, deixam ambientes e ruas as escuras e provocam calafrios.

Basta o relógio marcar pontualmente dezoito horas, hora cabalística, pois abre-se a perspectiva do contato com a dimensão transcendental. Moradores desses arredores, dizem terem visto fantasmas. Fantasma de um trem sobre os dormentes que, representam parte dos homens mortos na construção da Ferrovia do Diabo.

Percival Farqhuar

A cidade de Porto Velho, desenhada pelo dono da Madeira-Mamoré, Percival Farqhuar, era representada pelo quadrilátero que correspondia a primeira rua aberta em Porto Velho, a Farqhuar, a atual Carlos Gomes, a atual Marechal Deodoro e por fim, a atual Almirante Barroso. Dentro dessas dimensões geográficas aconteceria o nascimento da cidade mais próspera da Região Norte, Porto Velho. Percival Farqhuar, o pai de Porto Velho, nunca esteve aqui e sentado em uma doceria, no Rio de Janeiro, desenhou, em um guardanapo descartável, a nossa querida e amada Capital.

Farqhuar, somente pediu uma coisa, batizar com seu nome, a primeira rua aberta em Porto Velho, nascendo assim, a atual Avenida Farqhuar. A cidade cresce e junto vieram os prédios que, atualmente, estão abandonados e descaracterizados de suas origens. O Edifício Monte Líbano, na Rua José de Alencar, foi um dos primeiro prédio a ser construído todo em alvenaria.

Sua obra iniciou-se em meados de 1915 e pertencia a Jorge Bichara. Foi construído por etapas e, somente em 1950 foi concluído, permanece da mesma forma até os dias atuais. Em 1954, o seringalista e comerciante Emídio Alves Feitoza, deu início a construção de um prédio comercial, localizado na esquina da rua José de Alencar com a rua Barão do Rio Branco.

O Edifício Feitoza, com dois pavimentos, misto de concreto armado e alvenaria, foi projetado pelo engenheiro José Otino de Freitas e pode ser considerado de estilo moderno. Apresenta nos altos, uma escultura mitológica de Mercúrio, o Deus do comércio. A Catedral Sagrado Coração de Jesus teve sua pedra fundamental lançada no dia 3 de maio de 1917, quando Porto Velho pertencia a Humaitá, no Amazonas.

Provisoriamente foi construída uma Capela, que a comunidade denominava Vaticano. Situada onde atualmente encontra-se o edifício do museu estadual, Palácio Getúlio Vargas. Durante um intenso temporal, teve sua estrutura toda comprometida e desabou.

Os trabalhos para a construção de nova obra e em novo local teve início em 26 de setembro de 1927. Contou com o trabalho do Padre João Nicoletti. As obras da Catedral ocorreram em ritmo lento.

Neoclássico

O engenheiro Francisco Erse, foi auxiliado pelo mestre de obras José Ribeiro de Souza e pelo auxiliar de pedreiro Crisóstomo Nina. Francisco Erse introduziu em Porto Velho, o estilo neoclássico na arquitetura. Os afrescos no alto das laterais internas foram pintados pelo padre Ângelo Cerri.

As obras prosseguiam. Em 1960, foram colocados, por uma empresa de São Paulo/SP, 147 metros de vitrais em estilo clássico, retratando a Via Sacra. Em 13 de setembro de 1948 o Governador do Território Federal do Guaporé, Joaquim de Araújo Lima, lançou a pedra fundamental do futuro Palácio de Governo do Território.

O engenheiro, responsável pela obra, foi José Otino de Freitas que, projetou uma edificação com linhas sóbrias, elegantes e eruditas. No governo de Ênio Pinheiro dos Santos foi concluída a obra e o Palácio foi inaugurado em 29 de janeiro de 1954, durante as comemorações de dez anos de instalação do Território Federal. A Faculdade Católica, Seminário Maior João XXIII, antigo Colégio Dom Bosco, é uma edificação das mais antigas.

A pedra fundamental foi lançada em 7 de julho de 1935 e a construção ficou sob o comando de Pedro Renda. Foi construído para a congregação salesiana constituir um colégio de internato e de semi-internato, foi reconhecido como Ginásio Dom Bosco pelo Governo Federal, em 1945.

Cine Teatro Resk

O imenso prédio do Cine Teatro Resk, construído por George João Resk, na rua Nathanael de Albuquerque, esquina com a praça Marechal Rondon.

Foi inaugurado em junho de 1950, o Cine propiciou momentos culturais e de entretenimentos na cidade com artistas nacionais em apresentações memoráveis. Sede da Administração da EFMM, na sua torre, ostenta um relógio, onde colocaram um sino que, tocava na época, a cada 15 minutos. Há, no local, inscrições com os nomes do Governador Joaquim de Araújo Lima e do diretor da EFMM, Ananias Ferreira de Andrade.

O relógio, durante décadas, foi guia de horário para a população e o povo batizou-o com o nome de Prédio do Relógio. A construção do Mercado Público Municipal coincide com a instalação do Município de Porto Velho, em 24 de janeiro de 1915. Major Guapindaia, prefeito de Porto Velho, resolveu criar o Mercado para resolver o abastecimento de carnes silvestres.

A primeira parte do prédio foi construída por Pedro Renda. A obra foi paralisada por 15 anos e concluída em 1950, pelo prefeito Ruy Catanhede. A idéia arquitetônica lembra o estilo art-decort da primeira metade do século XX.

Possuía quatro portais, quatro pavilhões distribuídos em uma área de 1.405 metros e quarenta e quatro boxes. O conhecido Sobrado Episcopal, localizado na Avenida Presidente Dutra, esquina com a rua D. Pedro II, conhecido como a Casa do Bispo, foi edificado em 1945, em uma plataforma de afloramento de cangas. Foi construído por Albino Henriques, para a residência de sua família, depois vendido ao Governo do Território Federal do Guaporé, em 1947.

Foi, mais tarde, cedido para ser residência do Bispo D. João Batista Costa. Utilizado, também, como sede do bispado. O governo destinou o sobrado para ser residência oficial do secretário-geral do Território.

Na década de 1960, com a abertura da BR 029, o sobrado serviu como república para engenheiros das construtoras. O Sobrado de Santo Antônio foi inaugurado em 1878, durante as tentativas de construção da EFMM. O Sobrado possui traços arquitetônicos neo-clássicos, da arquitetura inglesa.

Foi construído para ser residência da família Collins, durante um dos momentos de construção da ferrovia, na localidade de Santo Antônio do Rio Madeira, quando era município do Mato Grosso. O sobrado é pintado de amarelo, com arcadas de cor branca e com dois pavimentos. Na década de 1970, o local foi sede do Iate Clube de Porto Velho, depois tornou-se propriedade particular.

Palácio da Justiça

Em comemoração ao centenário do nascimento de Ruy Barbosa, foi lançada em 5 de novembro de 1949, a pedra fundamental do Palácio da Justiça, na Praça Marechal Rondon. A obra foi iniciada no governo de Joaquim de Araújo Lima, tendo estilo sóbrio e linhas simples. Na década de 1980, o Fórum Ruy Barbosa foi demolido e em seu lugar surgiu um prédio de grande tamanho para época.

 

Houve protestos por conta de mudanças na sua arquitetura que, correspondia ao período do Segundo Ciclo da Borracha. O prédio General Mess, na Avenida Sete de Setembro, servia duas mil refeições dia aos funcionários da EFMM, atualmente é o Ferroviário Atlético Clube. Nesse prédio, também, funcionou o Clube Internacional, inaugurado em 15 de novembro de 1919, com grande baile de gala.

Durante a década de 1930, era óbvio o problema residencial em Porto Velho. O diretor da EFMM, Aluízio Pinheiro Ferreira, conseguiu recursos financeiros junto ao Ministério de Viação e Obras Públicas, para solucionar o problema. A construção das residências começou na década de 1940, situando-se nas ruas Duque de Caxias, Santos Dumont, Avenidas Presidente Dutra, Farqhuar, Carlos Gomes e Rogério Weber.

As casas seriam destinadas a funcionários graduados da ferrovia, eram dotadas de sistema de ventilação, avarandadas, rede de água encanada e instalação elétrica. Após o bairro formado, recebeu o nome de Caiary. As três Caixas d’água possuem capacidade para armazenar 200 mil litros cada.

O projeto de execução da obra foi da Chicago Bridge Iron Works. Construídas pela May, Jekyll y Randolph, durante a construção da EFMM. Em 1910, temos uma caixa d’água e em 1912, é concluída as outras duas.

Pintadas de preto, tinham tampas pintadas de branco, durante muito tempo abasteceram a cidade. Em 1957, foram desativadas. Foi tombada como patrimônio histórico em 1988.

Escola Normal Regional do Território Federal do Guaporé, criada em 1947. A Escola Normal funcionava no Grupo Escolar Duque de Caxias, na Avenida Farqhuar. Em 1950, o Governador Joaquim de Araujo Lima determinou a construção do prédio da Escola Normal.

O projeto arquitetônico foi de autoria do engenheiro e arquiteto José Otino de Freitas. Semelhante ao prédio da Administração da EFMM, Prédio do Relógio, foi baseado na forma de uma locomotiva, a Escola Normal baseou-se na forma de um navio. Foi construída a primeira maternidade da cidade, a Maternidade Darcy Vargas.

Durante quarenta anos, a Maternidade Darcy Vargas funcionou na Avenida Carlos Gomes, esquina com a rua Rui Barbosa. Foi desativada em janeiro de 1983. Com a inauguração do Hospital de Base Dr. Ary Pinheiro, as atividades da maternidade foram transferidas para o novo hospital.

O prédio da maternidade pertence a prefeitura. No local, atualmente, funciona repartições da prefeitura e o imóvel continua da mesma forma. O Palacete Rio Madeira foi construído em 1947, pois era necessária uma residência oficial para o Governador do Território Federal do Guaporé.

O único governador a residir no palacete foi Frederico Trota. Joaquim de Araujo Lima transferiu a residência oficial para rua José do Patrocínio, local atual do Memorial Jorge Teixeira. O palacete passou a ser residência oficial de políticos que visitavam o Território.

Ademar de Barros hospedou-se no palacete quando da sua visita ao Território, na época, era governador do Estado de São Paulo. Funcionou, também, a Divisão de Educação do Território e foi escola pública. No local havia um agaragem onde funcionou a sede da URES (União Rondoniense dos Estudantes Secundaristas).

5º BEC

O 5º BEC (5º Batalhão de Engenharia e Construção) transformou o palacete no Clube dos Oficiais. Atualmente funciona como Hotel de Trânsito para oficiais que aguardam vaga nas residências do exército. O Palacete Rio Madeira, situa-se na rua Dom Pedro II, esquina com rua Euclides da Cunha.

O Colégio Barão do Solimões, foi a primeira escola estadual construída na cidade, quando Porto Velho era município do Amazonas. A escola foi criada pelo Governador do Amazonas, Alfredo Sá, em 28 de julho de 1925. No colégio aconteceu a cerimônia de instalação do Território Federal do Guaporé, em 24 de janeiro de 1944, quando Aluizio Ferreira foi nomeado primeiro Governador do Território.

O colégio está situado na rua José Bonifácio, entre as ruas Carlos Gomes e Dom Pedro II. Antes da criação do Território Federal do Guaporé, em 1943, as escolas no município de Porto Velho eram regidas pelas leis do Estado do Amazonas. O Porto Velho Hotel teve sua construção iniciada em 1948 e foi inaugurado em janeiro de 1953, com a presença de várias autoridades, destaque para o governador do Acre.

Foi um grande acontecimento para a vida social da cidade. Está localizado na Avenida Presidente Dutra, dominando grande parte da cidade. O Governo do Território Federal do Guaporé entregou o prédio ao seu primeiro arrendatário, Henrique Valente, em 1953 até 1961.

Depois, a Abelardo Townes de Castro, de 1962 a 1963. Por último, a Nilce Lima Guimarães, de 1964 a 1969. A nova proprietária era criativa e dinâmica, inovou o espaço, criou a Varanda Tropical, colocou chapéu de sol nas mesas, passando a ser o ponto obrigatório das personalidades da cidade.

O surgimento de outras hospedagens fez o governo considerar inviável o funcionamento do prédio como hotel e em 1974, o Porto Velho Hotel foi desativado. Em 1975, o Governador Humberto da Silva Guedes, realizou reformas internas no prédio, com a finalidade de concentrar as secretarias de governo. Em 1979, surge o Palácio das Secretarias e ali funcionou até a fundação da Esplanada das Secretarias, atual CPA (Centro Político e Administrativo) do Estado de Rondônia.

Com a criação do Estado de Rondônia, surge a Universidade Federal de Rondônia. Passando por transformações internas, o prédio do Porto Velho Hotel, abriga, atualmente, a Reitoria da Universidade Federal de Rondônia (UNIR), conhecida como UNIR/Centro. O prédio continua imponente no seu espaço geográfico e retrata o marco de uma época de ouro de Porto Velho.

Foto: Acervo Saudosismo Portovelhense

  • Atualizada em 03/02/2018 às 14:06:14