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DPPM promove curso e oficinas direcionados ao público feminino

Em comemoração ao ‘Dia da Sufragista’, dia 24 de fevereiro, a Prefeitura de Porto Velho, através do Departamento de Políticas Públicas para Mulheres (DPPM), órgão ligado à Secretaria Municipal de Assistência Social e da Família (Semasf), promoverá curso de conserto de celulares e oficinas de cabelo e automaquiagem, exclusivo às mulheres, maiores de 18 anos, que estejam sem qualquer renda.

Durante toda a semana, de 18 a 22 deste mês, há um cronograma de capacitações. De 18 a 20, será realizado curso de conserto de celulares, no horário das 14h às 18h, na Net Infor Informática, Celulares e Cursos (Av. Jatuarana 4245 – Nova Floresta). As facilitadoras serão Maria Eliana e Elen de Oliveira. Para este curso, as cinco vagas já foram preenchidas e há 50 em cadastro de reserva.

No dia 20, será realizada oficina de automaquiagem e, dia 21, haverá oficina de penteados diversos. Por fim, no dia 22, será realizada oficina de cabelos afros. As oficinas serão desenvolvidas pelas profissionais Ana Maura e Janete Pessoa. A programação será desenvolvida no Prédio Espaço Mulher (Rua Dr. Antônio Lourenço Pereira Lima, 2360 – Embratel), das 14h às 18h.

Parceiros

Para a semana em homenagem ao ‘Dia da Sufragista’, a Prefeitura de Porto Velho, através da Semasf/DPPM, conta com o apoio da Net Infor Informática, Celulares e Cursos, Janete Pessoa – MEI, Mães de Afros e Cacheados.

Serviço

Para mais informações, entre em contato com a equipe do DPPM pelo telefone (69) 3901-3000.

SOBRE O SUFRÁGIO

O sufrágio feminino é um movimento social, político e econômico de reforma, com o objetivo de estender o sufrágio (o direito de votar) às mulheres. Participaram do sufrágio feminino, mulheres e homens, denominados sufragistas.

As origens modernas do movimento encontram-se na França do século XVIII. Em 1983, a Nova Zelândia se tornou o primeiro país a garantir o sufrágio feminino, graças ao movimento liderado por Kate Sheppard.

Em 1928, a cidade de Mossoró (RN), governada por Juvenal Lamartine, tornou-se a primeira cidade no Brasil a autorizar o voto da mulher em eleições, o que até então era proibido (mesmo não constando na Constituição Federal). Foi neste mesmo ano que uma mulher conseguiu liberação judicial para votar — a potiguar Celina Guimarães Viana.

Comdecom

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