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Dr Hildon é entrevistado pelo Jornal de Rondônia nesta segunda-feira, 24 – G1

24/10/2016 21h57 – Atualizado em 24/10/2016 22h47
Do G1 RO
O candidato a prefeito de Porto Velho, Dr Hildon Chaves (PSDB), foi entrevistado ao vivo na noite desta segunda-feira (24) no Jornal de Rondônia. As perguntas ao candidato foram feitas pela apresentadora Carolina Brazil.
Dr Hildon é o primeiro candidato a ser entrevistado pelo Jornal de Rondônia nesta semana. Na terça-feira (25) será a vez de Léo Moraes (PTB). A ordem da série de entrevistas foi definida em sorteio.
O candidato teve oito minutos para responder a perguntas de diferentes temas e mais um minuto de consideração final. No Jornal de Rondônia, o candidato foi questionado, entre outros assuntos, sobre o apoio na campanha de políticos inestigados. Ele descartou qualquer possibilidade de alguém participar do mandato dele, pois ele será o único prefeito.
Em vez de construir novas escolas da capital, Hildon contou na entrevista que deseja ampliar a educação municipal já existente. Ele promete fazer um diagnóstico com os professores da cidade após iniciar o mandato.
Sobre a questão de saúde, Hildon afirmou que ainda não é necessário efetuar novas contratações para Porto Velho, mas, caso apareça alguma necessidade, irá fazer de maneira emergencial.
As eleições de 2° turno serão no próximo domingo, dia 30 de outubro. Mais de 300 mil eleitores devem ir às urnas para escolher o novo prefeito da capital.
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Confira a transcrição completa da entrevista com Dr Hildon Chaves (PSDB)
Carolina Brazil: A Rede Amazônica começa hoje uma nova série de entrevistas com os candidatos que estão na disputa pela prefeitura de porto velho neste segundo turno. A ordem das entrevistas foi definida por sorteio. Cada candidato vai ter oito minutos para responder as perguntas e mais um minuto para concluir a última resposta. A direção da emissora poderá conceder um minuto de direito de resposta caso haja ofensas morais por parte de algum candidato contra o adversário. Após o jornal de Rondônia o candidato vai continuar sendo entrevistado no G1 Rondônia por mais dez minutos.
E o primeiro candidato que recebemos hoje é Hildon Chaves, da coligação “juntos por uma Porto Velho melhor”. Boa noite candidato e o tempo começa a contar a partir de agora. O senhor disse que não é político, mas tem apoio de nomes tradicionais como o ex-senador Expedito Júnior, presidente estadual do seu partido, que foi cassado por compra de votos em 2006. Como explicar isso para o eleitor?
Dr Hildon: O ex-senador é presidente estadual do PSDB. Eu nunca tive atividade política, mas para ser candidato a prefeito, é imprescindível que você seja filiado a um partido, e o partido ao qual eu me filiei é o PSDB.
Calorina Brazil: Candidato, caso o senhor seja eleito, qual será a participação do ex-senador Expedito Júnior na sua gestão?
Dr Hildon: Nenhuma, nem dele e de nenhuma outra liderança. Quem vai ser o prefeito de Porto Velho sou eu. Eu vou administrar, eu vou nomear todos os nossos secretários. Inclusive essa independência foi uma questão preliminar que eu coloquei logo no início, antes de aceitar o desafio de ser candidato a prefeito de Porto Velho. Eu exigi que nós tivéssemos apenas dois partidos no máximo: o PSDB indicando o candidato a prefeito e o PSDC indicando o nosso candidato a vice, que é o Edgar do Boi. Por que isso? Para que nós tivéssemos independência política para administrar a prefeitura. Sem independência política a gestão não funciona. Eu não acredito que um candidato que chega a prefeitura ancorado por um imenso leque de alianças, por 6, 8, 10, 12, 15 partidos, que esse prefeito vá ter autonomia para administrar como eu entenda que deve ser administrado. Então é por isso que fizemos questão, Carolina, de uma coligação muito pequena, muito pequena, para que possa ter independência política, e é isso que nós estamos conseguindo até o presente momento.
Carolina Brazil: Candidato, com minoria na câmara como o senhor vai se relacionar e evitar barganha por apoio nas votações?
Dr Hildon: Quando um prefeito é sério, é correto, e não tem mal feitos no seu governo, ele tem independência em relação à Câmera. Eu tenho certeza que a Câmera de Vereadores irá, como tem se portado, apoiar as demandas que sejam do interesse da população. É isso que se busca. Vamos manter uma relação essencialmente republicana com a Câmara de Vereadores. Historicamente, aliás, nós estamos acompanhando isso no Brasil Carolina, que é essa questão da Operação Lava Jato, por exemplo. O que ocorre aí? Há uma relação incestuosa entre o parlamento e a chefia do executivo. Se o chefe do executivo for íntegro, honesto, correto, a Câmara de Vereadores vai apoiá-lo sem barganha. O que vai haver é o relacionamento republicano e totalmente construtivo e buscando o bem da população de Porto Velho. Eu acredito que vou manter uma relação muito boa com e republicana com a nossa Câmara de Vereadores. Na nossa coligação nós elegemos quatro vereadores, mas nós tivemos  aproximadamente 70% de renovação na Câmara dos Vereadores e entraram muitos vereadores bons, e eu já tenho mantido diversas conversas com o vereadores eleitos e reeleitos, e eu acredito que nós vamos te ruma relação de independência e de harmonia entre o executivo e o legislativo, sobretudo, de harmonia.
Carolina Brazil: Candidato, o senhor não propõe a construção de creches ou escolas. O senhor acha que a estrutura atual é suficiente?
Dr Hildon: Não. Hoje nós temos demanda reprimida e precisamos realizar um amplo diagnostico que diga onde que há sobra de vagas, aonde que há falta de vagas. E eu pretendo, ao invés de construir novas escolas, no primeiro momento, eu pretendo ampliar as já existentes após um amplo diagnostico que não vai ser feito a partir do dia 1° de janeiro. Após a eleição e eu sendo eleito prefeito de Porto Velho, nós vamos já durante a fase de transição elaborar esses diagnósticos, para que já possamos iniciar o governo sabendo exatamente quais são os pontos que vamos atacar de forma cirúrgica, de forma precisa.
Carolina Brazil: E quando a falta de professores?
Dr Hildon Chaves: A mesma coisa. Nós vamos ter que fazer um diagnóstico com a quantidade de professores. Certamente nós temos professores que estão em desvio de função, então nós vamos construir junto com a categoria a solução pra isso. Porque fazer concurso hoje, a prefeitura de Porto Velho está no limite prudencial da lei de responsabilidade fiscal. Hoje, legalmente, não se consegue fazer o concurso. Então nós temos que ver onde que estão os nossos professores, onde que está o pessoal do apoio, como é que está esta distribuição. Então, o que eu tenho proposto para Porto Velho principalmente Carolina, é uma gestão eficiente. Eu tenho já muita experiência nessa questão. Acompanho dividindo junto com minha esposa a direção do grupo Athenas Educacional, que emprega mais de 1.000 pessoas. Então administrar é gerir pessoas, é gerir projetos, é gerir recursos e isso nós sabemos fazer. Então nós precisamos chegar a prefeitura e identificar onde estão os gargalos, e a partir dai iremos implementar as soluções.
Carolina Brazil: O senhor pretende remodelar a orla urbana. Esses projetos muitas vezes atendem ao mercado imobiliário, mas ignoram a população ribeirinha. Como fazer isto respeitando as comunidades tradicionais.
Dr Hildon: As comunidades tradicionais a que você está se referindo no baixo madeira ou em Porto Velho as pessoas que moram próximo do Rio Madeira?
Carolina Brazil: Porto Velho.
Dr Hildon: Porto Velho é uma das capitais que cresceu de costas para o Rio Madeira. Olha, provavelmente uma das poucas cidades do Brasil que tendo um rio tão bonito, uma orla tão bela, não tem uma urbanização mínima. Literalmente Porto Velho cresceu de costas para o Rio Madeira. Nós vamos implementar. Não, nós vamos convidar. Nós vamos envolver neste projeto os arquitetos de Porto Velhos, os engenheiros civis. Vamos convidar a sociedade civil organizada, em especial os conselhos engenharia de arquitetura, para nos ajudar a construir um projeto para a nossa orla e para a urbanização de Porto Velho. Porto Velho tem uma urbanização extremamente precária. Isso nós já sabemos, mas nós precisamos de um planejamento. Porto Velho, por exemplo, é uma das capitais amazônicas que não tem árvores. Nós precisamos de um planejamento efetivo. Não são de curto prazo, mas de curto, médio e longo prazo. E isso nós iremos executar.
Carolina Brazil: Candidato, o senhor não prevê a contratação de profissionais na área da saúde. Como o senhor pretende ampliar o atendimento ambulatorial 24 horas, por exemplo, previsto no seu plano de governo sem essas contratações?
Dr Hildon: A questão da saúde, se houver necessidade de contratações, nós vamos fazer de maneira emergencial. Porque para que se faça um concurso leva pelo menos uns seis, oito meses. Havendo necessidade nós contrataremos emergencialmente. O que nós vamos fazer para compatibilizar essa questão com a questão do limite prudencial da lei de responsabilidade fiscal. Está no limite prudencial, ainda tem alguma margem pra se trabalhar, mas vamos ver a questão dos servidores comissionados, se há excesso, se não há excesso, enfim, como está sendo tratada e conduzida essa questão. Se houver necessidade, sim, mas eu acredito que com o remanejamento de profissionais e com uma gestão mais eficiente dos nossos recursos humanos eu acredito que conseguiremos melhorar bastante simplesmente com o remanejamento.
Carolina Brazil: Ok candidato. Ainda há alguns segundos e muito obrigada pela entrevista. Amanhã, a entrevista será com o candidato Léo Moraes da coligação Abrace Porto Velho.
 
Agenda inclui reuniões, entrevistas e gravações de programas eleitorais. Segundo turno das eleições será realizado no dia 30 de outubro.
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Agenda inclui reuniões, entrevistas e gravações de programas eleitorais. Segundo turno das eleições será realizado no dia 30 de outubro.
Agenda inclui reuniões em empresas e com lideranças de bairros. Exposição de plano de governo será feita pelos candidatos na Fiero.

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