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Sargento morto no ES: associação oferece R$ 5 mil por paradeiro de suspeito – A Gazeta ES

Publicado em 6 de julho de 2024 às 14:54
A Associação de Praças da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiro Militar do Espírito Santo (Aspra/ES) está oferecendo uma recompensa para quem tiver informações que levem à prisão de Marcelo Wesley Alves da Silva, mais conhecido como “Pitchula”, suspeito de assassinar o sargento da Polícia Militar, Magno Colati Silva, na última quinta-feira (4), em Cariacica.
Segundo os responsáveis pelas investigações, Pitchula pode ter fugido para o Rio de Janeiro, com ajuda de um casal, após supostamente cometer o crime.
O assassinato aconteceu no fim da tarde de quinta, no bairro Mucuri, em Cariacica. Colati, que era do 6º Batalhão da PM, levou cinco tiros. Ele chegou a ser socorrido no Pronto Atendimento de Arlindo Villaschi, em Viana, mas não resistiu aos ferimentos.
O diretor da associação, o cabo Jackson Eugênio, informou que a instituição está prestando apoio aos familiares da vítima. Sobre a recompensa, ele explica que, quem tiver informações sobre o paradeiro de “Pitchula”, pode fazer contato pelo Disque-denúncia (181), pelo 190, pelos canais de comunicação da associação, pela ouvidoria da PM ou mesmo por grupos de polícias da região onde mora. “Com informações que levem à prisão do suspeito, a pessoa será agraciada com a recompensa no valor de R$ 5 mil.”, esclareceu.
 “Pitchula” é apontado como um dos gerentes do tráfico da região de Mucuri, em Cariacica, onde o crime ocorreu, e teria fugido do Estado logo após o crime. Ele teria saído da Grande Vitória ainda na noite de quinta (4), e foi levado para uma comunidade próxima à Ponte Rio-Niterói.
Há quase 30 anos na Polícia Militar, o sargento Magno Colati Silva foi morto quando estava de folga. Ele deixou três filhos e uma esposa grávida.
A Polícia Civil, até agora, trabalha com duas linhas de investigação: a primeira é que o sargento tenha sido reconhecido por criminosos como agente da Segurança Pública e atacado. A segunda hipótese apurada é o possível envolvimento em uma discussão com traficantes em um posto de combustível da região.
Na manhã desta sexta-feira (5), Hudson Colati (único irmão do sargento) e a esposa da vítima estiveram no Departamento Médico Legal (DML) de Vitória para fazer a liberação do corpo. Mesmo abalado e chorando, Hudson conversou um pouco com o repórter Cristian Miranda, da TV Gazeta.
“Eu estava em horário de serviço, eram 18 horas, quando minha mãe me liga falando que meu irmão foi baleado. Não deu para chegar lá (PA de Viana) porque no meio do caminho recebi outra ligação, dizendo que meu irmão tinha falecido. Meu único irmão”, desabafou.
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