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A revitalização dos galpões do complexo Madeira-Mamoré deve iniciar ainda em maio

A revitalização do complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré continua sendo realizada em Porto Velho, segundo a Funcultural. Neste mês terão início os trabalhos de urbanização e restauração dos galpões e dos espaços do centro histórico e, assim que o nível do rio baixar mais, será finalizada a obra do muro de contenção, na margem do Madeira.

A ordem de serviço para início da revitalização foi assinada em 2 de outubro do ano passado. O projeto, completo, custará em torno de R$ 30 milhões e, até o momento, já foram gastos no muro R$ 6 milhões, segundo Antônio Ocampo, presidente da Funcultural. A conclusão deve ser no segundo semestre deste ano. 

No muro de contenção, que tem o objetivo de embelezar a orla do rio e evitar desbarrancamentos, foram usados aproximadamente 10 mil metros cúbicos de pedaços de rochas em uma extensão de 500 metros. “Como o nível do rio está reduzindo, em meados de junho será feita a finalização do muro de contenção. Cerca de 95% do serviço já foi concluído e agora falta apenas fazer o afinamento com a recolocação de pedaços de rochas para corrigir as falhas que ficaram com a elevação do rio”, explica Ocampo Fernandes. 

O trabalho de contenção teve o custo de R$ 6 milhões e foi realizado pela mesma empresa que fez o muro de contenção, também as margens do Rio Madeira, no Bairro Triângulo. “O serviço feito por ela naquele lugar ainda está intacto, mesmo com a elevação do rio, o que vai nos dar garantia que esse serviço no complexo também será de qualidade”, avalia.

Ainda este mês, terão início os trabalhos de urbanização e restauração dos galpões e de outros espaços dentro do complexo. “Essa outra parte do serviço no complexo será feita por outra empresa ganhadora da licitação”, esclarece o presidente da Funcultural, garantindo que ainda tem dinheiro em caixa para continuar e finalizar toda a obra até junho de 2020. 

Quando toda a obra estiver pronta, o complexo contará com passeio turístico de barco, lanchonetes e restaurantes, bibliotecas, museu com peças antigas, equipamentos turísticos e culturais, além de muitas outras opções. “A nossa intenção é que o local seja visitado por todos os públicos, porque esse espaço é de todos nós”, finaliza Ocampo.

O acesso ao complexo continua interrompido, para garantir mais segurança aos trabalhadores e também para evitar acidentes com quem está visitando o local.

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Rondoniagora
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