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Apagão, dilúvio e PF em campo: em nove anos, Brasil x Argentina não ocorre pela terceira vez

Clássico entre seleções já tinha sido adiado em 2012 e 2015; assista aos vídeos e relembre

Ge

O clássico entre Brasil x Argentina ganhou neste domingo mais uma página (em branco) de sua história mais do que centenária. Pela terceira vez em nove anos, as seleções vão para o estádio, mas o jogo não acontece.

Antes deste episódio, na Neo Química Arena, em São Paulo, quando agentes da Polícia Federal e da Anvisa entraram em campo aos seis minutos do primeiro tempo, um apagão elétrico e uma forte chuva já haviam impedido o clássico de acontecer, em 2012 e 2015, respectivamente.

Nas outras duas ocasiões, as partidas acabaram sendo realizadas posteriormente. Desta vez, o duelo entre Brasil x Argentina foi suspenso, e a Fifa ainda não definiu o que irá acontecer.

A piada veio pronta. Brasil x Argentina não puderam se enfrentar em confronto válido pelo Superclássico das Américas por conta de um apagão no estádio da cidade com o sugestivo nome de Resistência.

Minutos antes do jogo, a energia já havia oscilado no estádio. Mesmo assim, as duas seleções entraram em campo e seguiram todo o cronograma até o pontapé inicial. Porém, quando dois cantores argentinos cantavam hinos nacionais… a luz se apagou e não voltou mais.

Na época, foram dadas justificativas diferentes para a falta de energia. A imprensa local divulgou que o apagão teria acontecido por causa de um incidente envolvendo o ônibus da seleção brasileira. Já os organizadores do evento deram duas versões para o cancelamento do duelo: o horário do voo da Seleção, marcado para 1h30, e que os refletores teriam sido acesos com antecedência e acabaram não suportando até o início do jogo.

O Superclássico acabou sendo decidido um mês e meio depois, num estádio muito maior: La Bombonera, em Buenos Aires. A Argentina venceu por 2 a 1, mesmo placar pelo qual tinha perdido na ida, e levou a disputa para os pênaltis. Aí deu Brasil: 4 a 3, com Neymar convertendo a última cobrança.

Três anos depois do apagão em Resistência, foi a vez de um dilúvio impedir Brasil e Argentina de se enfrentarem. Daquela vez, o embate era válido pela terceira rodada das Eliminatórias.

Uma forte chuva desabou em Buenos Aires e alagou o gramado do Monumental de Nuñez.

Os jogadores nem sequer entraram em campo. O árbitro paraguaio Antonio Arias avaliou que não teria condições da partida acontecer, se encontrou com as duas delegações e, em comum acordo, eles decidiram a transferir a partida para o dia seguinte.

Quando a bola rolou, Brasil e Argentina empataram por 1 a 1. Lavezzi abriu o placar, e Lucas Lima deixou tudo igual.

Ge

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