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Justiça

Artigo: Conferência Nacional da Mulher Advogada

Por Franciany Dandolini – Conselheira Federal pela Seccional Rondônia

Março não é um mês como os outros.

Março lembra delicadeza, beleza, feminilidade? Sim, lembra.

Mas, março lembra muita luta; lembra sofrimentos, batalhas, sofridos e travados por incríveis mulheres.

Chega a ser um paradoxo? Não…

Mulher é tudo isso, acreditem: delicada, feminina, filha, mãe, trabalhadora, esposa, companheira, guerreira, lutadora, feminista. Mulher é vencedora, especialmente, numa sociedade eminentemente patriarcal ainda, mesmo já tendo ocorrido muitas conquistas de reconhecimento de direitos e igualdades.

Oficializado pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1975, o chamado Dia Internacional da Mulher é comemorado desde o início do século 20.

Hoje, a data é cada vez mais lembrada como um dia para reivindicar igualdade de gênero e com protestos ao redor do mundo – aproximando-a de sua origem na luta de mulheres que trabalhavam em fábricas nos Estados Unidos e em alguns países da Europa.

O chamado Dia Internacional da Mulher só foi oficializado em 1975, ano que a ONU intitulou de Ano Internacional da Mulher para lembrar suas conquistas políticas e sociais.

Esse dia tem uma importância histórica porque levantou um problema que não foi resolvido até hoje. A desigualdade de gênero permanece. As condições de trabalho ainda são piores para as mulheres.

Mesmo passadas décadas de protestos das mulheres e de celebração do 8 de março, a evolução ainda foi muito pequena.

Assim, objetivando marcar essa pauta feminina, o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, através de sua Comissão Nacional da Mulher Advogada, realizará a III Conferência Nacional da Mulher Advogada, nos próximos dias 5 e 6, na Capital do Estado do Ceará.

Temas importantíssimos e de grande relevância à essa pauta serão abordados como a participação da mulher na política, desafios e perspectivas profissionais, igualdade de gênero, enfrentamento à violência contra a mulher, dentre tantos outros.

Num país onde uma mulher é morta a cada duas horas, a reunião e a união de mulheres (e homens) em torno desses temas são fundamentais à construção de um país melhor.

Afinal, a Lei maior do país estabelece que homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações. Um bom começo seria respeitar essa ordem constitucional.

 

Ascom OAB/RO

 

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