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Bolsonaro pode responder por crime comum no STF

Setenta e um senadores e deputados da Rede Sustentabilidade, do PSOL e do PT entraram com uma representação contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), na Procuradoria Geral da República (PGR).

Segundo o grupo, o Presidente, cargo máximo do país, quebrou o decoro exigido para sua função, utilizando seu status de poder para fazer declarações potencialmente falsas e insinuações levianas, sexistas, machistas e misóginas contra jornalista da Folha de São Paulo, Patrícia Campos Mello.

Não bastando à declaração do Presidente da República, o ex-funcionário da empresa de marketing digital Yacows, Hans River, acusou a repórter de oferecer sexo em troca de informação sobre o disparo de notícias falsas na campanha eleitoral contra o PT, no depoimento da CPI das Fakes News. Por ter acusou a repórter, River será reconvocado e poderá ter os sigilos quebrados.

Sobre Bolsonaro, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), afirmou que a postura vinda de um Presidente da República é um ataque direto contra as mulheres e Democracia. “Ele atentou contra a dignidade humana assegurada na Constituição e às mulheres. Esta ação é um crime e está fundamentado, inclusive no mandato injunção julgado, em 2019, pelo Supremo Tribunal Federal (STF) sob o nº 4733, que estabeleceu que qualquer tipo de preconceito contra grupos vulneráveis, e aqui se trata de vulnerabilidade de ofensa às mulheres, compreende na sua dimensão social um crime de todos os tipos”, conclui.

Entretanto o vice-líder do Governo, Chico Rodrigues (DEM -RR), acredita que  Jair Bolsonaro tenha ofendido a jornalista, e sim uma comunicação mais fervorosa. “O presidente Bolsonaro tem um jeito diferente de tratar várias situações, na verdade falou sem fazer nenhuma humilhação, sem nenhum um ataque, sem querer diminuir a qualidade e a importância dos jornalistas, às vezes, ele é provocado e qualquer ser humano quando provocado reage. Esta situação é mais política do que jurídica”, defendeu o senador.

Caso o Procurador Geral da República, Augusto Aras, acatar a representação, poderá oferecer denúncia ao Supremo Tribunal Federal (STF) por crime comum contra o Presidente da República, Jair Bolsonaro.

*Com informações da Rádio Senado

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