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Brasil tem 2.906 mortes e 45.757 casos de coronavírus, diz ministério

Militares do Exército desinfectam a Estação Central do metrô de Brasília para tentar reduzir as transmissões do novo coronavírus na capital federal Imagem: MATEUS BONOMI/AGIF/ESTADÃO CONTEÚDO
O anúncio de hoje, no entanto, não significa necessariamente que 165 pessoas morreram nas últimas 24 horas. Desde o início da pandemia, o Ministério da Saúde tem somado ao balanço diário mortes ocorridas dias atrás, mas com confirmação de covid-19 no último dia.

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No total, as mortes relacionadas ao vírus em cada estado são:

Acre (8); Alagoas (20), Amapá (14; Amazonas (207); Bahia (50); Ceará (233); Distrito Federal (25); Espírito Santo (34); Goiás (21); Maranhão (66); Mato Grosso (6); Mato Grosso do Sul (6); Minas Gerais (47); Pará (43); Paraná (57); Paraíba (39); Pernambuco (282); Piauí (15); Rio Grande do Norte (29); Rio Grande do Sul (27); Rio de Janeiro (490); Rondônia (5); Roraima (3); Santa Catarina (37); São Paulo (1134); Sergipe (7); Tocantins (1).

O sudeste segue como a região que mais acumula casos de covid-19 no Brasil, com 24.062 (52,6%). Na sequência estão Nordeste (11.969), Norte (4.907), Sul (3.077) e Centro-Oeste (1.742).

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São Paulo anuncia reabertura

São Paulo, o estado que conta com o maior número de casos (15.914) e mortes (1.134), anunciou hoje o plano de retomada da atividade econômica, que começa a valer em 11 de maio.

Além disso, o governador João Doria (PSDB) afirmou que a fila para testes para covid-19 no estado foi zerada e que vai repreender manifestações que bloquearem ruas que dão acesso a hospitais.

Em entrevista coletiva no Palácio dos Bandeirantes, Doria anunciou que o término da quarentena deverá respeitar um cronograma por fases e será diferente para cada região, dependendo da disponibilidade de leitos nos hospitais.

Serão criados três níveis conforme o avanço da covid-19: zona vermelha, amarela e verde. Hoje, não existe nenhuma cidade na zona verde. Para traçar o plano, foram estudados os casos de outros países e analisadas estatísticas locais, explicou o secretário estadual de Saúde, José Henrique Germann.

Ele falou que foram usadas oito referências que tratavam de temas como diminuição de novos casos, aumento do número de testes, a capacidade de leitos da rede pública de saúde. Serão respeitadas realidades divergentes de municípios e regiões e feito em fases.

Dirigindo-se a deputados, prefeitos, vereadores e entidades, o governador Doria afirmou que até o final da quarentena nada mudará. Há pressão de vários setores para retomada do comércio.

“Até o dia 10 de maio não haverá nenhum movimento, nenhuma alteração ao programa da quarentena no estado de São Paulo”.

UOL

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