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DESSA VEZ NÃO FOI NINGUÉM, NEM QUEM QUIS – Por Álisson Chaves

‘Se quiser, vá!
Assuma o b.ó
e sambe só.’

 

Fui.
Não deu ninguém,
rodei!

Com um vírus que toca o terror,
dizima e maltrata a sociedade
que deixa o povo sem leito…

Por ele, na verdade, por nós,
não tem bloco.
Mesmo que queira
Ninguém vai.

É bom, ou melhor, convém ficar e casa.
Carnaval de boa, sem festa
longe da folia plena das 4 horas,
mas também minimizando a desgraça.

A “Vai quem quer”
logo vem.
Vem pra animar um pouco
essas bandas
que andam meio desoladas,
precisando em meio a tanto medo
uma hora e outra
dar sua merecida extravasada.

Com tão poucos imunizados
Não vai sair ninguém,
fiquemos na vontade (saudade?)

Mas nossa hora vai chegar,
ah se vai!
Seremos 100 mil ou mais
e sabe como é,
o povo na Carlos Gomes
tá doido pra brincar
firmão, suave
saudável igual um jacaré.

Tá Banda,
é um ano só,
faz falta até,
mas logo volta
A melhor do norte…
A Banda do Vai Quem Quer
e nós vamos mesmo (sem preconceito). Deixa estar.

Sobre o Autor

Álisson Chaves, 35, nasceu em Porto Velho – RO, atua na área de comunicação há 16 anos. É graduado em Publicidade e Propaganda e autor do livro “30 Contos que Escrevi e Fiz de Tudo pra Não Te Contar”, pela editora Clube dos Autores.
Nos momentos de lazer curte praticar esportes e experimentar novos formatos de mídia (Vídeo Minuto, Literatura de Cordel e outros). Geralmente evita (e muito) escrever poemas, mas na pandemia, tudo fica diferente.

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