Capital Destaques

Funcionária do Bradesco testa positivo para o novo coronavírus

No último sábado, o Sindicato dos Bancários e Trabalhadores do Ramo Financeiro de Rondônia (SEEB-RO), foi informado que uma bancária testou positivo para COVID – 19. Ao ser informado, o SEEB solicitou a superintendência regional do banco medidas de isolamento para os demais funcionários do banco como ação de monitoramento e prevenção para demais funcionários e clientes do banco

De acordo com informações do Sindicato, a bancária era funcionária da Agência Jorge Teixeira do Bradesco – localizada ao lado do terminal rodoviário de Porto Velho. A mulher tão logo apresentou os sintomas, procurou atendimento médico e realizou o exame. Neste período ela foi afastada do trabalho. Na semana em que ela estava em quarentena, mais duas funcionárias apresentaram sintomas de gripe que também foram afastadas.

“O problema não reside apenas no fato da agência ter uma funcionária com covid-19 confirmada, e mais algumas com suspeita, todas elas devidamente afastadas do trabalho. O que não podemos ignorar é o fato de que todas elas – tanto a empregada contaminada quanto as que apresentam sintomas – trabalharam com outras pessoas antes de serem afastadas para o monitoramento. E essas pessoas, num ambiente de trabalho fechado, também podem ter sido expostas ao contágio”, destacou José Pinheiro, presidente do Sindicato.

Na manhã desta segunda – feira (27), o José Pinheiro informou que a agência Jorge Teixeira estava sendo desinfectada por equipe especializada, e solicitou a informação dos casos positivos e suspeitos à Agência Estadual de Vigilância a Saúde (Agevisa).

“Pedimos também que o Bradesco tome todas as medidas de proteção aos empregados e garanta o atendimento de saúde tanto para a empregada que testou positivo, quanto para os que estão apresentando sintomas da covid-19, e que mantenha acompanhamento dos demais empregados que deverão ficarem em quarentena. E caso o banco não tome as providências recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) ingressaremos com ação judicial”, acrescentou Pinheiro.