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Entretenimento

Gritos do Cotidiano contará com presença da Patrulha Maria da Penha e da Rede Lilás

A programação de Gritos do Cotidiano – rompendo estruturas, que discute violências, contará com a presença da Major Bárbara Munhoz da PMRO (Polícia Militar do Estado de Rondônia), que integra a Patrulha Maria da Penha e também de Rosimar Francelino, coordenadora da Rede Lilás de Enfrentamento à Violência Doméstica Contra a Mulher. Ambas estarão no primeiro dia de programação, 26/02 às 19h, em transmissão virtual pelos canais do Teatro Ruante (YouTube e Facebook).

A Patrulha Maria da Penha, criada em 2018, desenvolve trabalho de dedicação às mulheres vítimas de violência. O trabalho de fiscalização da Patrulha resultou no surgimento de maior número de medidas protetivas. O principal foco é evitar a reincidência e o feminicídio.

Já a Rede Lilás reúne órgãos públicos e da sociedade civil organizada para deliberarem estratégias de atendimento e proteção à mulher vítima de violência doméstica no estado de Rondônia.

GRITOS DO COTIDIANO – rompendo estruturas

 

A explosão do novo coronavírus (Covid-19) atingiu milhões de pessoas no mundo todo e o medo do contágio causou a necessidade de confinamento de uma parte significativa da população em diversos países, dentre eles o Brasil. Porém, o isolamento trouxe um grande aumento de casos de violências de diversos tipos.

O projeto Gritos do Cotidiano – rompendo estruturas, contemplado no Edital nº 77/2020/SEJUCEL (1ª Edição Mary Cyanne do Edital de Chamamento Público de Fomento à Cultura e à Produção Artístico-Cultural para Transmissões ao Vivo/Gravadas – Eixo D), visa expor, por meio de apresentações artísticas, algumas das formas de violências cotidianas sofridas por pessoas em vulnerabilidade social e os demais cidadãos e cidadãs.

Além da exibição dos vídeos artísticos, haverá debates ao vivo com os artistas para que possam abordar os processos de criação e compartilhar com público suas visões acerca dos temas tratados nas obras.

São sete apresentações artísticas, realizadas em três dias pelos canais de Facebook e YouTube do Teatro Ruante. A programação, sempre das 19h às 20h (horário de Rondônia), contará com a mediação da produtora cultural Andressa Batista e a programação terá acessibilidade – vídeos legendados e intérprete de Libras nos debates.

Sobre a produtora do evento

Stephanie Matos é atriz, encenadora, produtora e graduanda do Curso de Licenciatura em Teatro da Universidade Federal de Rondônia (UNIR). É integrante dos seguintes grupos: Cia Peripécias, Teatro Ruante e Trupe dos Conspiradores; é membro do Grupo de Pesquisa PAKY’OP, do Curso de Teatro da UNIR. Foi bolsista do Programa de Extensão DArtes [em]Cena: teatro, política e sociedade do Departamento de Artes da UNIR (2019 -2020). Como atriz, atua e atuou nos espetáculos Inimigos do Povo (Trupe dos Conspiradores; Desesperança (Teatro de Rua I da UNIR em 2019 e Cidade Grande João Ninguém da Cia Peripécias. É diretora do espetáculo Ela, Aquela e a Outra. Na área de eventos, fez parte da equipe de produção da I e II Mostra de Encenações do DArtes/UNIR.

PROGRAMAÇÃO GRATUITA!

Data: 26/02

Obra[O] QUE (M) te sufoca?

Sinopse

O que causa em você a sensação de sufocamento? Consumo de massa? Pandemia? Mortes? A busca pelo corpo perfeito? Ansiedade? Depressão? O sufocamento que te prende e começa te consumir. Você tenta sair, mas não consegue. Às vezes, o que te sufoca se acalma e você consegue respirar novamente. Mas, você sabe que aquela sensação voltará. Sempre tem algo ou alguém que nos sufoca, que tira todo o nosso ar e nos coloca em estado de aprisionamento. A chegada da pandemia da covid-19 tem nos levando ao estado de sufocamento permanente.

Artista: Stephanie Matos

Obra: (Des)velando

Sinopse

Em tempos pandêmicos, em que a casa deveria ser o lugar mais seguro para conter o avanço do vírus, tem revelado uma faceta perversa: o aumento da violência doméstica, praticada predominantemente por parceiros e ex parceiros das vítimas. Esta proposição artística apresenta e questiona esse absurdo social, onde o vinho e a taça desvelam outros significados.

Artista: Selma Pavanelli

Obra: A Feira está montada

Sinopse

A Feira está montada é uma poesia baseada na realidade. Pelas ruas da cidade moram pessoas invisibilizadas pela sociedade e que precisam sobreviver. Mesmo com o sufocamento causado pela pandemia e a necessidade de confinamento esses moradores não possuem escolha e precisam comer. Como já dizia o poeta alemão Bertolt Brecht: “Primeiro a barriga, depois a moral”.

Artista: Jamile Soares

DEBATE COM REDE LILÁS E PATRULHA MARIA DA PENHA

Data: 27/02

Obra: Café Preto

Sinopse

O que tem mais impacto, um copo de leite ou uma xícara de café? Pela busca de uma crítica social, Café Preto foi pensado em atingir todos que marginalizam uns aos outros no dia-a-dia.

Artista: Maycon Moura

Obra: Avesso

Sinopse

O que existe por trás da máscara de uma travesti?! A dor ecoando de muitas vozes silenciadas no país onde mais se mata travestis e transexuais; o grito precisa reverberar. Histórias marcadas pelo medo, mas também por resistência e essa manifestação entoa: Travestis assassinadas, presentes! Suas vidas não serão esquecidas.

Artistas: Ádamo Teixeira (Atuação); Jamile Soares (Diretora); Gabriel Corvalan (Assistente de direção)

Data: 28/02

Obra: Vácuo

Sinopse

Posta em prateleira com código de barras, preços e validade. Quanto mais passos essa mulher dar nas ruelas da sua vida, mais pesada é a carga das violências amontoadas em sua memória.  Reproduções de um comportamento naturalizado em suas diversas formas de violência embalam o ser feminino à vácuo.

Artista: Andressa Silva

Obra: Das Dores

Sinopse

Os objetos cênicos e o público são alguns dos elementos primordiais para o acontecimento de Das Dores. O trabalho consiste na presença de um corpo feminino performativo a fim de proporcionar no público sensações, emoções e reflexões acerca das diversas violências pelas quais passam as mulheres. As imagens, formas, falas, músicas e gestos compõem a dramaturgia da performance.

Artistas: Taiane Sales (Atuação); Luciano Oliveira (Direção).

Mediação: Andressa Batista – Artista, gestora e produtora cultural e mulher amazônida. Licenciada em Artes Cênicas e Especialista em História e Cultura Afro-brasileira e Africana pela Universidade Federal do Acre, graduanda em Produção Cultural pela Universidade Cidade de São Paulo. Atualmente atua como Técnica Especializada em Artes Cênicas no Sesc Rondônia, respondendo por atividades de teatro, dança e circo e é Gestora da Semear Cultura.

Canais de exibição: YouTube (https://bit.ly/2ZdYO14) e (https://bit.ly/3rRBGlf)

Maiores informações: (69) 98425-6408

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