Rondônia

IFRO – Servidora faz vídeo para informar sobre prevenção ao Coronavírus à comunidade surda da região

No Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia (IFRO), Campus Cacoal, foi criado material informativo em Libras (Língua Brasileira de Sinais) para atender a comunidade surda durante crise do COVID-19 (novo Coronavírus).

O trabalho da tradutora de Libras da unidade visa atender a comunidade surda de Cacoal e demais cidades circunvizinhas. Com base na Lei Federal nº 10.098, aprovada em 19/12/2000, em que está regulamentada a importância da acessibilidade aos surdos por meio de mídias televisivas e outras. Neste sentido foi produzido um vídeo para compartilhamento nas redes sociais e nos grupos em que esta comunidade está inserida.

“Então, pensamos que esse público muitas vezes acaba sendo esquecido, o que não podemos deixar  acontecer em um momento como esse, pois muitas vezes por falta de comunicação e conhecimento dos cuidados básicos nossos surdos podem ser contaminados ou até mesmo contaminar demais membros da família. Por isso, pensamos em mandar um simples recadinho a eles, pedindo para que eles se cuidem e fiquem em casa”, afirma Michelle Ayres de Abreu, tradutora de Libras do Campus Cacoal.

Michelle afirma que irá produzir novos vídeos conforme as informações da Prefeitura de Cacoal, IFRO e Governo do Estado sejam atualizadas.

Veja o Vídeo:

 

Campus Cacoal promove confecção de material de segurança para profissionais da saúde do município

Servidores do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia (IFRO), Campus Cacoal, iniciaram a confecção de material de segurança para profissionais da saúde do município.

Campus Cacoal, através da enfermeira Patrícia Chagas Bonfim e da professora de Informática Adriana Aparecida Rigolon, está produzindo uma máscara para proteção dos profissionais de saúde que trabalham na linha de frente de atendimento à população da região.

Serão produzidas inicialmente um total de 50 máscaras e disponibilizadas para esses profissionais. A confecção é realizada em duas partes, primeiro a produção de um suporte utilizando a impressora 3d disponível no campus, e depois o ajuste de uma placa de acetato para fixação da parte frontal.

A ideia veio a partir de uma reportagem e de um projeto disponível na internet. “A máscara facial produzida, além de ajudar a proteger os profissionais de saúde, ajuda a aumentar a vida útil da máscara cirúrgica. O projeto da professora Adriana fez a doação dos filamentos para impressão do suporte na impressora 3d e um grupo de empresários fez a doação do acetato para conclusão da confecção das máscaras”, comenta a enfermeira Patrícia.

“Estou trabalhando em conjunto com um aluno do 3º ano de Informática, Geisniwander, e produzindo a impressão dos suportes” comenta a professora Adriana”. Ainda segundo ela a expectativa é realizar mais parcerias para trabalhar em prol do combate ao coronavirus. “Estamos recebendo demandas para produção de outros equipamentos também, e esperamos atender as solicitações que estão surgindo no município”

Fonte: Ifro

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