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INTEGRAÇÃO – Atendimento a migrantes em Rondônia por meio do Siscab deve melhorar e ficar mais ágil

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Para unificar a linguagem de todos os órgãos envolvidos com a questão dos migrantes em Rondônia, e com isso agilizar e melhorar o atendimento a este público, técnicos de vários órgãos das esferas federal, estadual e municipal participaram na terça-feira (12) da capacitação promovida pelo governo estadual, por meio da Secretaria de Estado da Assistência e do Desenvolvimento Social (Seas), no auditório do 4º andar da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), em Porto Velho. A proposta é que o atendimento seja efetuado dentro do Sistema Estadual de Cadastro de Benefícios (Siscab), que facilitará, inclusive, o controle do governo federal sobre o quantitativo dos migrantes no Estado.

Participaram da capacitação, representantes das Defensorias Públicas da União (DPU) e do Estado (DPE), Secretaria Municipal de Assistência Social e da Família da capital, que é a responsável direta pelos abrigos e casas de passagem; Secretaria de Estado da Educação (Seduc), Tribunal de Contas do Estado (TCE-RO), caritas e voluntários.

Atualmente, conforme a assistente social e coordenadora de Assistência Social da Seas, Fabiane Passarini, não há número exato de migrantes no Estado, mas com o Siscab esses dados serão acessados por todos os órgãos, permitindo melhor controle das ações e apoio do Estado e União aos municípios. “O Siscab vai integrar o protocolo, tornando-o único para facilitar o atendimento, de forma que todos saibam quantos são os migrantes no Estado, onde estão, entre outros pontos com vistas a proporcionar melhor assistência do Estado a esse público, em parceria com os demais órgãos federais e municipais”, reforçou Fabiane Passarini, que ministrou a palestra com a psicóloga Fátima Monteiro.

A psicóloga Fátima explicou que o Siscab já foi utilizado em outras situações, como a cheia de 2014, quando foram cadastrados oito mil atingidos; Cadastro Social em Ji-Paraná e a enchente de 2018 em Guajará-Mirim e Cacoal. “Neste sistema a gente orientações sobre o que deve e o que não deve ser inserido”, ressaltou, adiantando que o principal documento para atendimento é o CPF ou protocolo de refúgio.

O Rondoniense/Secom RO

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