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Nessa semana, os participantes dos cursos do Itaú Cultural para crianças se divertem com dança afro, canções, memória e técnicas de desenho

No site da instituição, não faltam opções para ocupar com qualidade o tempo das crianças em casa. Quatro vezes na semana, estão disponíveis aulas de dança e ilustração para instigar a meninada que ainda não voltou presencialmente para a escola e os adultos que as acompanham a moverem o corpo e a criatividade

Nesta semana continuam as atividades online no site do Itaú Cultural desenvolvidas para crianças e famílias, trazendo diversão, aprendizado e lazer neste período de recolhimento. As aulas de ilustração continuam com os professores e ilustradores profissionais Gabriela Gil e Augusto Figliaggi, respectivamente nos dias 9 (terça-feira) e 11 (quinta-feira). Por sua vez, as classes de dança seguem se renovando, abrindo espaço para novas perspectivas de aprendizado, com a entrada da bailarina e coreografa Mônika Bernardes, no dia 10 (quarta-feira). Ela une forças a Melina Sanchez, pedagoga e especializada em dança-educação, pelo Trinity Laban, de Londres, que no dia 14 (domingo) dá a sua segunda aula no projeto. Como já é de praxe, as postagens de todas as aulas são feitas sempre às 11h, em www.itaucultural.org.br e https://www.youtube.com/user/itaucultural.

Em sua estreia, Mônika lança mão do Afromix, um conjunto de danças urbanas africanas também conhecida como Afrobeat Dances. Ela aborda os fundamentos do ritmo, alguns passos e, ao final, lança um desafio. Do seu lado, Melina convida para a realização de um aquecimento bem animado e, em seguida, faz uma vivência de brincadeiras cantadas que favorecem reconhecimento e experimentação de movimentos de expansão e recolhimento.

Em sua aula, Gabriela Gil ensina a confecção de um pequeno jogo da memória com papel canson e uma caixa de fósforo para guardar as cartas. Além disso, discorre sobre outras possibilidades do jogo, além da principal e mais conhecida. Figliaggi fala sobre metáforas visuais para ajudar na expressão de ideias e sentimentos dos personagens e desenhos.

Com a programação suspensa desde o dia 17 de março em razão da pandemia do coronavírus, o Itaú Cultural tem intensificado a produção de materiais pensados para toda a família, ampliando a produção de conteúdo para diversos públicos, como podcasts, cursos de EAD e vídeos, no site e redes sociais da instituição e na Enciclopédia Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileiras. Para acessar: www.itaucultural.org.br.

 

Sobre os professores

Augusto Figliaggi é graduado em artes visuais e mestre em estudos de cultura contemporânea. Mescla sua carreira de ilustrador com a de contador de histórias. Em ilustração produz material para editoras diversas e produções autorais, além de se dedicar ao universo da publicidade. Entre o seu trabalho autoral estão os livros infantis Morto Vivo, feito junto de Cristian dos Santos, e O Pequeno Livro Amarelo, em parceria com Elaine Guarani, e as histórias em quadrinhos Paiaguá – Donos do Rio e O Legado do Mal Azar.

 

Melina Sanchez é pedagoga, mestre em Educação e graduada em Terapia Ocupacional pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Especializou-se em Dança Educação pelo Trinity Laban, de Londres. Também em Laban e Didática da Dança, pelo Instituto Caleidos. Dedica-se à dança contemporânea e a processos criativos em interface com a Educação Musical há mais de 20 anos, sempre atuando com bebês, crianças e formação de educadores.

Mônika Bernardes começou sua carreira de dançarina profissional na Cia. Unidade Móvel Street Dance Company, em 1993. Ganhou o Prêmio Sesc de Teatro em 1996. Em 2000 começou a fazer parte da Cia. Discípulos do Ritmo. Lá, fez turnês internacionais pela França, Holanda, Bélgica e China. Sua carreira como educadora de dança começa também em 1993 na Gisele Bellot Escola de Dança. Já trabalhou na Fundação Casa ,além de várias ONGs, situadas nas periferias da cidade de São Paulo, como educadora. Enquanto coreógrafa já esteve com bandas de música, diversos filmes publicitários e recentemente coreografou o filme longa metragem Meu Nome é Bagdá, que já foi premiado em Berlim e tem estreia prevista para 2020 no Brasil.

 

Gabriela Gil é ilustradora e professora de ilustração na Quanta Academia de Artes. Formada em artes visuais e pós-graduada em design gráfico, sua produção é focada em publicações ilustradas, divertidas e para todas as idades.

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