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O destino da balsa do rio Madeira na divisa do Acre com Rondônia

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As notícias entre os trabalhadores das balsas que fazem a travessia da BR-364 pelo Rio Madeira dão conta de que a ponte irá realmente demorar mais que o esperado. “Falam pra depois de 2020”, disse um trabalhador.

Ele ouviu dizer que na última reunião entre representantes dos governos estaduais e DNIT, no começo da segunda semana de outubro, apenas informaram que a ponte não ia ser concluída este ano por questões técnicas relacionadas ao aterramento das cabeceiras.

A ponte está praticamente pronta e já é a imagem que chama a atenção naquela parte do rio. Viajantes se dedicam a fazer selfies com ela aos fundos enquanto o rebocador faz a balsa deslizar rumo à outra margem.

Mesmo com a prorrogação da inauguração da ponte, os trabalhadores da balsa, uns 50 segundo um deles, estão convidados a ir para o Estado do Pará, para seguir a mesma rotina laboral destes tempos no Madeira: operar o rebocador, organizar os veículos sobre a balsa, emitir recibo e ajudar na navegação.

Muitos não vão porque já tem família e um pedaço de terra na região. Mas, ao que parece, mesmo com a demora da ponte, o destino da balsa já está traçado.

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