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Olavo de Carvalho X Edir Macedo

Sou, por princípio, meio e fim, fundamentalmente contra a censura, qualquer que seja e de onde quer que venha. Mas o espaço concedido na imprensa e especialmente nas redes sociais ao astrólogo de meia pataca Olavo de Carvalho, que se anuncia como filósofo, dá nos nervos.

Curioso é que setores, que dizem abominar o “bispo” Edir Macedo, comem com farinha a produção escatológica da verborragia oportunista do sujeito, que tanta sedução impõe ao presidente e a seus pimpolhos incontroláveis (as catitas de Lula eram, pelo menos, mais discretas).

É bom esclarecer que ambos pregam o fim do mundo para praticamente o mesmo público menos esclarecido. Mas a escatologia do astrólogo, que anuncia, mais especificamente, o fim do Brasil, é derivada da acepção figurativa da palavra, que remete para o gosto  por conteúdos obscenos ou sórdidos.  Ou cropológicos.

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