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COMBATE AO CRIME – Polícia Ambiental dá início em março a Operação Hileia 1 em Rondônia

Neste mês de março, as primeiras equipes do Batalhão de Polícia Ambiental já entraram em ação e foram a campo combater as ações criminosas, dando início à Operação Hiléia 1, que deriva do grego e significa: mata virgem, floresta inexplorada.

Segundo o secretário de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam), Elias Rezende, ao todo 12 equipes com efetivo de 32 homens devem atuar nesta operação. Quatro equipes já estão em campo, e as demais saem no próximo domingo (8).

“Esta é uma grande operação que vai contar com a parceria de vários órgãos, desta forma, vamos abranger todo o estado de Rondônia. A operação iniciou agora em março e encerra no mês de dezembro. São dez meses de intensa ação para combater os crimes ambientais”.

O coordenador de Proteção Ambiental da Sedam, Marcos Trindade, ressalta a importância da conscientização da população que insiste em manter a cultura de crimes contra o Meio  Ambiente.

“Nós contabilizamos os dados de desmatamentos ocorridos no mês de janeiro e foram 40 ao todo. Ainda não finalizamos os do mês de fevereiro, mas alertamos que esta operação possui o diferencial porque acontece em tempo real. Estamos focados em combater o crime que está acontecendo neste momento, por exemplo”, afirmou.

A operação conta a participação da Batalhão da Polícia Ambiental (BPA), Delegacia Especializada em Repressão aos Crimes Contra o Meio Ambiente (Derccma),Corpo de Bombeiros Militar (CBM), Núcleo de Operações Aéreas(NOA), Grupamento de Operações Aéreas (GOA) e órgãos de inteligência.

TECNOLOGIA ALIADA

Através de uma sala de situação, técnicos da Sedam conseguem rastrear pontos de desmatamento e focos de calor em tempo real, de forma que as equipes em campo chegam a flagrar o crime e punir os culpados.

“O sistema envia as informações sobre o local com as coordenadas exatas via satélite. E para reforçar este trabalho, a Secretaria recebeu vários equipamentos como drones e viaturas novas para intensificar as fiscalizações. Mas todo o trabalho pode ter ainda mais efeito se a população colaborar, denunciando as práticas criminosas que ferem a legislação e acarretam em multas e penas de reclusão”, informou Elias Rezende.

O Rondoniense (Com informações da Polícia Ambiental de RO)