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Presidente da Federação das Indústrias de Rondônia diz que está curado do coronavírus

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (Fiero), Marcelo Thomé da Silva de Almeida, declarou nesta segunda-feira (6) em entrevista disse que está curado do novo coronavírus.

Marcelo, que integrou a comitiva do presidente Jair Bolsonaro na viagem do início do mês de março aos Estados Unidos, realizou dois testes para Covid-19. O primeiro deu negativo e o segundo positivo.

O caso entrou no balanço da Secretaria de Saúde de Rondônia (Sesau) no dia 21 de março. Desde então ele ficou em isolamento domiciliar.

“De fato estou recuperado da doença, já tive alta e posso retornar ao convívio social. Neste momento estou a disposição para ajudar no processo de enfrentamento à crise. A solução cabe ser construída por todos, esse é um momento de união e diálogo”, disse Marcelo durante entrevista ao Jornal de Rondônia 1ª edição.

Marcelo Thomé ainda falou sobre os dias de isolamento social. “Não é fácil receber o teste positivo. Os três primeiro dias da doença foram os mais agudos, onde eu tive febre, indisposição, perda do paladar e olfato. Mas a recuperação se deu naturalmente eu fiquei em repouso e isolado”, lembrou.

Durante entrevista o presidente da Fiero também defendeu o decreto do Governo do Estado publicado no último domingo (5) prorrogando o estado de calamidade pública por conta da pandemia de coronavírus até o dia 20 de abril.

O documento mantém as restrições do funcionamento de alguns estabelecimentos, mas permite que os prefeitos dos municípios de Rondônia liberem a abertura de parte do comércio a partir de 12 de abril.

“Falando especificamente do decreto eu penso que é um avanço na retomada, na reativação da economia o dispositivo que permite aos prefeitos, a partir do dia 12, avaliarem a situação de seus municípios para reativação da economia […] obviamente isso precisa ser feito em conjunto com o governo do estado, em conjunto com os poderes, em conjunto com os empresários, respeitando estritamente as normas estabelecidas pela OMS e Ministério da Saúde”, comentou.

G1