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Primeira incubadora de empresas do governo de Rondônia será lançada em 2019 e apresenta concurso para escolha do nome

A primeira incubadora de empresas gerenciada pelo governo de Rondônia está prevista para ser lançada ainda em 2019 em Porto Velho. Sob responsabilidade da Superintendência de Desenvolvimento Econômico e Infraestrutura (Sedi), o projeto já teve recursos liberados pelo Conselho de Desenvolvimento do Estado de Rondônia (Conder) e abre concurso para que a sociedade possa escolher o nome até o dia 22 de julho. As sugestões podem ser feitas por meio do formulário online.

As sugestões serão recebidas por uma comissão interna que avaliará os próximos passos para a escolha do nome. A participação na sugestão do nome é voluntária e não acarreta nenhuma obrigação por parte da Sedi, que poderá utilizar ou não as sugestões.

A incubadora terá como finalidade captar startups, transformando-as em empreendimentos sólidos. Os primeiros editais serão lançados ainda esse ano e empreendedores criativos de toda Rondônia poderão se inscrever para apresentar seus projetos de negócios que ampliem positivamente a economia estadual, além de desenvolver a sociedade local como um todo.

Sabendo das dificuldades para começar um novo negócio, uma incubadora de empresas orienta e capacita tecnicamente pessoas com ideias criativas para novos empreendimentos, ajudando a estruturar a equipe, fazer um plano de negócios e conectar com possíveis investidores.

“A incubadora pega as ideias e transforma em produtos, e esses produtos viram empresas para trazer resultados, rentabilidade, renda, emprego e também arrecadação para os cofres públicos”, ressalta Thalles Gomes, o coordenador de Ciência, Tecnologia e Inovação da Sedi.

A incubadora será localizada no primeiro andar do Porto Velho Shopping. Além da assessoria técnica, os projetos escolhidos vão ter um espaço para reunir a equipe e ter apoio gerencial, com internet de alta velocidade, sala de reuniões, áreas comuns de trabalho, oficinas, auditórios e outras dependências.

Quase 25% das pequenas e microempresas criadas no país não sobrevivem aos dois primeiros anos de vida segundo dados do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Em contraste, as empresas apoiadas por incubadoras têm conseguindo uma menor taxa de mortalidade inicial.

Informações sobre os próximos passos da criação da incubadora serão veiculadas no site da Sedi e na página no Facebook.

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