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Rondônia

Procon pede a população para não estocar alimentos

O Programa de Orientação, Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) recomendou na terça-feira (12) à população do estado de Rondônia que evite estocar alimentos em casa ou realizar compras exageradas, visto que não há nenhuma possibilidade de desabastecimento do mercado, alertando que este comportamento provoca aumento nos preços de todos os produtos.

De acordo com o coordenador estadual do órgão de defesa do consumidor, Ihgor Rego, não há motivo para preocupação e que a população deve se guiar pelas orientações oficiais, que têm lastro de segurança garantidas pelo governo e não por boatos.

“As fábricas continuam produzindo, os caminhões continuam transportando, as distribuidoras continuam distribuindo e os mercados continuam vendendo”, disse.

Ele explicou que o Procon foi provocado (motivado) por questionamentos e até por boatos quanto a possibilidade de desabastecimento dos mercados e distribuidoras em Rondônia, de que havia risco iminente da falta de bens de consumo essenciais, considerando itens que compõem a cesta básica e higiene pessoal. Por esse motivo o órgão determinou às suas agências em todo Estado a realização de levantamento minucioso de toda a situação, e chegou a conclusão de que não há motivo para preocupação, pois as respostas dos estabelecimentos consultados (mercados e distribuidoras) é de que não haverá desabastecimento.

O coordenador do Procon justificou a posição do Governo de Rondônia destacando os efeitos da boataria ocorrida em meados de março, em meio a pandemia do coronavírus, quando a população tomou os mercados para realizar compras em grandes quantidades de produtos essenciais, razão pela qual, segundo ele, houve redução significativa dos estoques das distribuidoras, o que motivou a elevação dos custos para produção e consequente aumento do preço dos produtos nas prateleiras dos mercados.

Segundo Ihgor Rego esta é a situação e o Governo de Rondônia não quer que a população sofra ainda mais em consequência da disseminação de boatos que não agregam valor a nada e só prejudicam as ações do Governo de apoio à população. “O que a população precisa saber é que não há risco nenhum de desabastecimento de produtos essenciais nos mercados e distribuidoras”, disse pedindo que a população mantenha o consumo habitual, sem exagero.

SECOM

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