Connect with us

Olá, tudo bem? O que você está pesquisando?

Brasil

Queiroga culpa estados por falta de vacinas da AstraZeneca para segunda dose

O Brasil registrou 215 óbitos causados pela covid-19, de acordo com dados do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) divulgados nesta segunda-feira (14/9)

CorreioBraziliense

A segunda aplicação da vacina de Oxford/AstraZeneca contra o coronavírus foi suspensa em diversas cidades no Brasil em razão da falta do imunizante na semana passada. São Paulo, Rio Grande do Norte, Tocantins, Rondônia e Mato Grosso do Sul tiveram que suspender a vacinação da segunda dose em alguns postos. A ausência de doses prejudica a progressão da campanha vacinal e atrasa a imunização da população.

O Brasil registrou 215 óbitos causados pela covid-19, de acordo com dados do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) divulgados ontem. Com os registros, o país acumula 587.066 vidas perdidas para a doença. O levantamento do Conass, que compila dados de secretarias de Saúde dos 26 estados e do Distrito Federal, apontou, ainda 6.645 novos casos em 24 horas. Com isso, o Brasil superou 21 milhões de pessoas infectadas, com um total de 21.006.424 de registros desde o início da pandemia. Os dados do Ceará e do Rio de Janeiro não foram computados por problemas técnicos.

A média móvel de casos no Brasil voltou a cair, chegando a 15.571 nos últimos sete dias. Esse é o menor patamar desde o mês de maio de 2020, segundo levantamento do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) divulgado no domingo. A regressão na quantidade de casos é consequência, em grande parte, do bom ritmo de vacinação que parte das unidades da Federação alcançou nos últimos meses.

Para o infectologista José David Urbaez, do Exame Imagem e Laboratório, porém, o número não representa segurança e não deve ser comemorado. “De forma alguma nós podemos falar de pandemia sob controle”. Ele comenta que, infelizmente, o país acostumou-se com números elevados de transmissões e mortes. “Como no primeiro semestre de 2021, nós chegamos a picos enormes, de cem mil casos por dia e quase quatro mil mortos, quando enxergamos uma situação de 500 ou 600 óbitos por dia, temos uma falsa sensação de um problema que está totalmente controlado”, pontua. E continua: “Problema controlado não é isso, o problema só será controlado quando tivermos dias sem aparecimento de óbitos, para que assim tenhamos uma queda significativa de casos — muito abaixo disso que nós estamos vendo atualmente”.

CorreioBraziliense

Faça um comentário

Você pode gostar

Brasil

    Na minha contínua necessidade de “ler o mundo”, um dos caminhos é a leitura de jornais. Essa “troca de ideias” com pessoas...

Brasil

Em 09 de julho de 2020 o senador Randolfe fez uma live com seus heróis médicos, que salvaram muitas vidas no Amapá usando um...

Contraponto

[Tendo em vista (i) o impacto dos acontecimentos recentes na França e (ii) a profundidade da análise feita por Theodore Dalrymple, peço licença a...

Destaques

O Governo de Rondônia, por meio da Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa) e a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), divulga os...