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RESTAURANTES E BARES – Dicas de como atender neste período de Calamidade Pública

A Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) lançou gratuitamente um e-book com orientações sobre os cuidados higiênicos que estabelecimentos e entregadores de delivery devem tomar, tendo em vista a pandemia do coronavírus.

De forma clara, ágil e didática, o e-book enumera os principais pontos de atenção para que a disseminação do vírus seja minimizada entre o setor de alimentação fora do lar.

Para acessar o ebook, clique aqui.

Risco de colapso

O coronavírus pode ser fatal para bares e restaurantes. O faturamento derrete, com quedas de 30% a 70% em algumas cidades. Apesar da difícil situação fiscal no país, a Abrasel acredita que o momento pede medidas excepcionais para evitar a quebradeira geral, afinal, são seis milhões de trabalhadores do setor que precisam ter seus empregos preservados, enquanto durar a crise.

Governo Federal apresentará medidas

Diante do medo do colapso, na tarde dessa sexta-feira (20), o presidente da Abrasel, Paulo Solmucci mandou uma mensagem de alento aos que empreendem no setor de alimentação fora do lar no Brasil. Segundo Solmucci, há a intenção do governo federal de apresentar, na segunda ou terça-feira, uma medida no sentido de arcar com o salário de funcionários de bares e restaurantes. “A ideia vai na linha de pagar um salário mínimo por funcionário por dois, três meses, até quando durar a crise. Então peço que os empreendedores segurem a ansiedade, mantenham seus times de funcionários e evitem medidas precipitadas”.

O presidente da Abrasel disse estar convicto de que o governo entendeu a gravidade do assunto. “Temos o diagnóstico coletivo de que, somente com o apoio ao pagamento de salário em condições de fundo perdido – ou seja; que o empresário não tenha que pagar mais a frente – teríamos uma solução para evitar o caos social e a desestruturação definitiva do setor de bares e restaurantes em todo o país”.

Solmucci também lembrou que sem o auxílio do governo, o setor que mais gera empregos no país (cerca de seis milhões), os bares e restaurantes teriam uma sofrida recuperação, o que nas palavras do executivo seria “absurdo, desnecessário e que traria um enorme prejuízo para para o país”.