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Servidores da Saúde fazem ‘enterro simbólico’ em frente ao CPA

Foto: Jefferson Carvalho/Rede Amazônica

Na manhã desta sexta – feira (04), trabalhadores da área da saúde estadual se uniram e realizaram uma manifestação com carreata, reivindicando melhorias nas condições de trabalho nas unidades pública de saúde estaduais, o tão esperado Planos de Cargos e Salários e Renumeração dos Servidores da Saúde (PCCR), entre outros direitos. Pelo menos três sindicatos participaram da manifestação.

O ato começou próximo ao Hospital de Base e seguiu até o prédio da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) no Centro Político-Administrativo do Governo de Rondônia (CPA).

Para chamar a atenção do governador Marcos Rocha e do secretário de saúde, Fernando Máximo, os servidores percorreram algumas ruas da cidade em carreata na qual um caixão foi usado em um carro funerário, simbolizando o enterro da saúde em Rondônia.

A presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde no Estado De Rondônia (Sindsaúde), disse que os profissionais usaram um caixão, simbolizando a morte da saúde. “A saúde está morrendo e o governo não vê. Se entrar nas dependências do Cemetron, gatos são vistos dormindo em cima de equipamento para fazer exame. Então, esse caixão é pela falta de respeito com os trabalhadores, porque quando o governo não olha para as estruturas das unidades de saúde, quando deixa faltar insumos e principalmente por deixar o trabalhador trabalhar em plena pandemia sem insalubridade, a saúde morre”, disse.

Ainda de acordo com a presidente, o sindicato tentou por várias vezes dialogar com o governador, mas não entrou em um alinhamento, principalmente sobre o Plano de Carreira dos trabalhadores. “Existe o diálogo em relação ao PCCR, mas é da forma que eles querem. Já houve várias reuniões, mas a categoria não concorda com muitas coisas que o Governo está colocando”, finalizou Célia Campos.

Flávia Lenzi, presidente do Sindicato dos Médicos de Rondônia (Simero), também presente na manifestação, se posicionou em relação à saúde pública do estado de Rondônia

“A nossa saúde está largada à própria sorte. Não podemos mais deixar essa irresponsabilidade de gestão acontecer. Terem resolvido rapidamente o negócio do lixo, não foi uma glória. O negócio era não ter deixado acontecer. Não há gestão na nossa saúde, está tudo largado às traças. Trabalhadores e pacientes estão largados à própria sorte”, desabafou a médica Flávia Lenzi.

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