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Rondônia

SESI vai desenvolver primeiro projeto de Inteligência Artificial aplicada à saúde

A inteligência artificial já está presente em diversos setores da indústria e em soluções do cotidiano da sociedade, acompanhando as transformações dos negócios e do modo de vida das pessoas. E nesse sentido, o Serviço Social da Indústria (SESI-RO) se prepara para dar início ao primeiro projeto de Inteligência Artificial aplicada à saúde de Rondônia.

O Projeto Rondon[IA]² se baseia em tecnologia preditiva de inteligência artificial aplicada na saúde ocupacional que permitirá, usando algoritmos de aprendizagem de máquinas, intervenções mais eficazes da equipe de saúde do SESI, diminuindo custos para a indústria e aumentando a percepção de valor da marca SESI.

Conforme a coordenação de Saúde e Segurança na Indústria (SSI), a solução permitirá, com base em dados de histórico clínico e epidemiológico do trabalhador da indústria, calcular o risco de complicações com doenças, a fim de permitir programas customizados de promoção de saúde e adequada gestão de risco para potenciais casos graves.

Por meio das análises de dados dos sistemas de saúde do SESI, será possível realizar um rastreamento para avaliar o histórico de saúde dos trabalhadores da indústria de Rondônia e identificar padrões de adoecimentos, determinando a probabilidade de que determinado grupo de trabalhadores venha a se afastar, por exemplo. Ou que tenham um risco grande de, em caso de contaminação pelo novo Coronavírus, manifestarem a forma mais grave da Covid 19, com prejuízo para o trabalhador, sua família e para a própria indústria.

Com isso, a indústria poderá realizar ações antes mesmo que o agravo aconteça, de forma preventiva e mais barata. A Saúde Ocupacional do SESI tenderá a ser mais customizada, individualizada e efetiva, tornando a prevenção e a promoção da saúde cada vez mais acessível.

De acordo com o gestor do projeto Rondon[IA]² e coordenador de SSI do SESI, Victor Hugo Ribeiro, “um projeto desta envergadura não pode ser desenvolvido sozinho”, afirmou. Victor Hugo disse ainda, que é necessária uma rede de parceiros para que possa ser viabilizado. “Além do SESI e a indústria rondoniense, queremos contar com apoio de operadoras de planos de saúde, agregando mais informações na nossa base de dados de saúde populacional, os Centros de Inovação do SESI, que já têm outras tecnologias desenvolvidas para a saúde, e que possam agregar ao desenvolvimento da nossa solução, além de parceiros do ecossistema local de inovação, como as universidades, centros de referência, startups e pesquisadores”, destacou.

“Queremos também viabilizar o desenvolvimento deste projeto da forma mais aberta possível. A intenção é que a curva de aprendizado beneficie não só ao SESI e a indústria, mas a sociedade rondoniense como um todo. Que este seja o primeiro de muitos outros projetos disruptivos e exponenciais relacionados à inteligência artificial em Rondônia”, ponderou Victor Ribeiro. O Projeto Rondon[IA]² é financiado pelo Departamento Nacional do SESI e tem a previsão de execução até maio de 2022.

Assessoria de Comunicação

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