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UE pede imediata libertação de equipe da Agência Efe na Venezuela

A alta representante da União Europeia para a Política Externa, Federica Mogherini, pediu nesta quinta-feira a imediata libertação da equipe da Agência Efe detida na Venezuela enquanto cobria a crise política no país.

“Há uma clara chamada da minha parte à imediata libertação” dos três jornalistas e do motorista da agência espanhola, indicou Mogherini em entrevista coletiva em Bucareste, na qual expressou sua “plena solidariedade” com os detidos.

“Desde a União Europeia há um claro pedido para a libertação de qualquer jornalista que tenha sido detido sem nenhum motivo”, reivindicou Mogherini.

“Acreditamos firmemente que todos os jornalistas devem ser capazes de exercer suas obrigações, responsabilidades e direitos no cumprimento de seu trabalho”, ressaltou.

A chefe da diplomacia comunitária afirmou que a UE apoia e seguirá apoiando “a liberdade de veículos de imprensa e a proteção dos jornalistas no mundo todo, incluindo e começando pela Venezuela”.

Perguntada sobre se a detenção dos jornalistas pode influenciar para que os Estados-membros da UE reconheçam o deputado opositor Juan Guaidó como presidente da Venezuela, Mogherini indicou que a situação nesse país será discutida na reunião informal de ministros de Relações Exteriores que acontece hoje em Bucareste.

As autoridades venezuelanas detiveram ontem à noite o jornalista espanhol Gonzalo Domínguez Loeda, a jornalista colombiana Maurén Barriga Vargas e o fotógrafo colombiano Leonardo Muñoz, assim como o motorista venezuelano José Salas.

Os três jornalistas fazem parte de uma equipe da Agência Efe que viajou desde Bogotá para cobrir a crise da Venezuela.

EFE Bucareste

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