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Últimas informações sobre coronavírus no estado de Rondônia

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O Governo do Estado de Rondônia divulgou durante uma coletiva nesta quarta – feira (29), sobre a situação da saúde em Rondônia. O secretário Fernando Máximo, informou que os leitos do Centro de Medicina Tropical de Rondônia (Cemetron) atingiram a capacidade máxima, ou seja, estão lotados, e que atualmente o apoio do Cemetron vem da Assistência Médica Intensiva (AMI), que disponibiliza leitos para atender possíveis pacientes graves diagnosticados com Covid-19.

Fernando Máximo comentou que há meios para desafogar a situação da saúde pública que começa a ficar crítica. A alternativa é a contratação do Hospital Prontocordis que vai disponibilizar 50 leitos clínicos e mais 12 de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). O secretário de saúde ainda informou  que tão logo deve assinar o contrato  com o hospital.

A Sesau confirmou durante coletiva de imprensa que o estado de Rondônia soma 14 óbitos da doença.

PORTO VELHO

Enquanto isso, a Prefeitura de Porto Velho, anunciou a suspensão por tempo indeterminado dos efeitos dos decretos nº 16.633/20 e 16.629/20 que tratam sobre a flexibilização do comércio da capital. Segundo o prefeito Hildon Chaves, o município passa a seguir as normas definidas no decreto estadual publicado no último domingo (26).

JI-PARANÁ

Nesta quarta – feira (29), a Prefeitura de Ji-Paraná confirmou mais três casos de coronavírus. Os pacientes são dois homens de 57 e 31 anos de idade e uma mulher de 21 anos. Com isso o município apresenta:

  • 30 – confirmados

15 – confirmados por exames

15 – confirmados por critério clínico-epidemiológico

  • 03 – Curados
  • 02 – Óbitos
  • 03 – Internados
  • 94 – Casos suspeitos
  • 289 – Casos Notificados
  • 170 – Descartados

Segundo a prefeitura, a “confirmação por critério clínico epidemiológico ocorre pelo fato desses pacientes apresentarem sintomas leves e histórico de contato próximo ou domiciliar, nos últimos 7 dias com pacientes que já tiveram confirmação laboratorial para Covid-19”.

JARU

O município de Jaru iniciou esta semana a vacinação contra Influenza B, H1N1 e H2N3. Lembrando que ela não tem efeito sobre o novo coronavírus, mas ajuda a facilitar o diagnóstico e a diminuir o número de internações nos hospitais por síndromes respiratórias.  E para evitar aglomerações e facilitar o acesso à imunização, a vacina contra a gripe está sendo disponibilizada durante a noite e também no final de semana no Centro de Saúde Carlos Chagas, localizada no Setor 5 em Jaru.

Nessa etapa da campanha de vacinação, estão sendo imunizadas apenas pessoas com doenças crônicas, caminhoneiros e motoristas do transporte coletivo. Para conseguir a dose, é preciso apresentar documento que comprove a prioridade, como carteira de trabalho ou laudo médico.

Circula nas redes socais uma publicação de uma mulher deitada em uma rede esperando atendimento para receber o auxílio emergencial de R$ 600 na frente de uma agência da Caixa Econômica Federal (CEF). A foto já possui mais de 600 compartilhamentos no Facebook até esta quarta-feira (29).

Procurada a mulher informou que estava na fila para receber o benefício e que levou a rede “para descansar”, já que ela e seu marido chegaram na agência por volta das 4h30 e foram atendidos cerca de seis horas depois.

A testemunha também garantiu que a rede foi usada apenas pelos dois. Questionada sobre o caso, a Caixa em Vilhena disse apenas que o casal de beneficiários foi atendido.

GUAJARÁ-MIRIM

Na manhã desta quarta – feira (29), a Sesau também informou que entre as mortes por Covid-19 estava uma moradora da cidade de Guajará – Mirim. Trata-se de uma paciente de 57 anos, que tinha diabetes.

A Promotoria de Justiça de Guajará-Mirim (RO), emitiu uma recomendação para a suspensão do funcionamento de alguns tipos de empresas expostas no Decreto Municipal 12.743, publicado no dia 25 de abril.

A promotoria deu o prazo de 48h para que a prefeitura repasse as informações solicitadas que justifiquem a reabertura dos tipos de comércio.

A recomendação não tem força de decisão judicial, mas caso seja descumprida poderá servir como prova de instauração para procedimento ministerial, apurado em responsabilidade cível e criminal, resultando em atos de improbidade administrativa, infração sanitária, ou crimes contra saúde pública e contra a vida.