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Capital

Vacinação contra a covid-19 e atendimentos médicos são levados à Linha 42

Equipes do Consultório de Rua da Prefeitura de Porto Velho percorreram, nesta semana, 29 quilômetros, do centro urbano da capital até o Centro Terapêutico Geração Eleita, situado na Linha 42, da comunidade Bacia Leiteira.

O objetivo foi atender 31 pacientes abrigados no Centro, que estão em tratamento contra dependência química, alcoólica ou em situação de rua.

Segundo a coordenadora e assistente social do Consultório de Rua da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), Iolanda do Remédio Souza Silva, quatro colaboradores fazem parte da equipe que realiza os serviços de consulta médica, vacinação contra a covid-19 e testes rápidos de HIV, sífilis e covid-19.

“O Consultório de Rua veio com o propósito de trazer tanto a primeira quanto a segunda dose das vacinas contra a covid-19, além dos testes para sabermos como anda a saúde dos residentes”, explicou Iolanda.

Equipe da Semasf realizou pesquisa com o objetivo de elaborar políticas públicas

Equipe da Semasf realizou pesquisa com o objetivo de elaborar políticas públicas

Além dos atendimentos médicos, uma equipe do Censo de Rua, da Secretaria Municipal de Assistência Social e Família (Semasf), também esteve presente no centro realizando pesquisas entre os internos com o objetivo de elaborar políticas públicas.

“A Semasf, por meio da Equipe Especializada de Abordagem Social, organizou a ação para dar continuidade ao Mapeamento, com a finalidade de identificarmos a população em situação de rua que se encontra em tratamento nesta Comunidade e levantar indicadores sociais para propor soluções através de políticas públicas”, disse Maria do Socorro Leite, educadora social da Semasf.

Rosângelo Sousa da Silva é supervisor do Centro Terapêutico Geração Eleita e um dos 31 internos que fazem parte do grupamento. Ele é um dos responsáveis pelo trabalho na comunidade, atuando desde a carpintaria até o cultivo de hortaliças que são utilizadas na refeição dos próprios residentes, que muitas vezes são vistos com discriminação.

“Aqui temos pedreiros, carpinteiros, soldadores e muitos deles são pais de famílias, assim como eu, que tem uma profissão, mas que vieram parar aqui por conta do vício”, declarou Rosângelo, de 31 anos.

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